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EXPOSIÇÕES

6 Novembro 2007 - 12 Janeiro 2008

Para comemorar seus 10 anos, a Galeria Brito Cimino investiu em uma profunda reforma de suas instalações e também na renovação da linguagem visual de sua marca e de seu site. Dos anteriores 400m2, passa agora a ocupar cerca de 900m2, ampliando os espaços expositivo, de acervo e administrativo, além de ser tornar a única galeria brasileira a contar com uma sala especialmente projetada para exibição de vídeos.

Para marcar ainda mais este dinamismo, o novo espaço, com projeto arquitetônico de José Armênio de Brito Cruz, será re-inaugurado com exposições dos três artistas mais recentes do elenco da Brito Cimino: o alagoano Delson Uchôa, a artista sérvia Marina Abramovic e o baiano Mario Cravo Neto.

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Vista da 53ª Bienal de
Veneza, 2009

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Resenha por Laura Ming
O artista alagoano que participou da Bienal de Veneza em 2009 apresenta pinturas, esculturas e uma série de fotografas, todas inéditas. As obras discutem a cultura em tempos de de globalização. Para isso, Uchôa mistura elementos de produtos chineses, por exemplo, com referências nordestinas.​

30 Junho - 31 Julho 2009

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A exposição do artista Delson Uchôa acontece na Luciana Brito Galeria de 30 de junho a 31 de julho de 2009. Serão apresentadas quatro pinturas inéditas em São Paulo. Esta exposição faz-se especial neste momento graças à participação do artista na 53ª. Biennale di Venezia, uma das mais importantes bienais internacionais de arte, e ao lançamento do livro com sua obra reunida que conta com textos de Agnaldo Farias e Jacopo Crivelli Visconti.

19 Setembro - 19 Outubro 2010

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Na Galeria II, Delson Uchôa apresenta uma nova série de pinturas em grande formato especialmente criadas para a ocasião. Em “O Dia” e “A Noite”, títulos que contribuem para o nome da exposição, as alegorias criadas pelo artista polarizam a luz orgânica da região Nordeste do Brasil, em uma trama de cores quentes, delineadas por delicadas linhas retas e curvas que, abrigadas sob resina lisa, tecem o corpo e o brilho dos trabalhos.

20 Setembro - 27 Outubro 2018

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Estabelecer um diálogo com o próprio trabalho por meio de reencontros com sua produção anterior é um dos processos característicos na obra de Delson Uchôa. "A pintura é uma conversa para o olho que sabe ouvir", afirma o artista, que de tempos em tempos volta-se para um determinado trabalho iniciado anos antes, ativando-o novamente. Em Autofagia, Corrupio no Olhar, sua segunda exposição na Zipper, o conjunto de seis pinturas em grande formato foi desenvolvido com distintos intervalos de tempo ao longo de quatro décadas, dos anos 1980 até hoje.

20.Junho - 18.Agosto 2018

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Em entrevista ao programa Mais Estilo, do SBT de Alagoas, levada ao ar em 27/07/2013, Delson Uchoa esclareceu a dinâmica processual de seu trabalho: “É um processo e é sempre soma. É o que eu sabia com o que estou sabendo agora – mesmo porque eu acredito que para a arte avançar ela precisa de alicerces que são feitos de herança e tradição que seriam sua identidade. Mas o resto é experimental”. 

08 Agosto - 13.Setembro 2019

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Delson e José Patrício, com suas pinturas expandidas, rebeldes e contaminadas pelos pigmentos e objetos do mundo real, investem a materialidade das suas obras em direção à vida e aos corpos, invadindo o espaço com relevos e interferências estranhas ao mundo da pintura. Alcançando, assim, uma expressividade dúbia, carregada de movimentos e reflexões sobre seus próprios contornos, limites e possíveis conexões com o espaço e com a pintura no que ela tem de mais maleável e surpreendente. 

14 Agosto - 2 Outubro 2021

Depois de mais de dez anos, Delson Uchôa volta a apresentar na Luciana Brito Galeria. Desta vez como Artista Visitante, o alagoano apresenta um conjunto inédito de seis pinturas realizadas durante os anos 2020 e 2021, realizadas durante o isolamento social. Neste período, pela primeira vez, o artista concentrou sua produção em trabalhos de pequena dimensão, cuja ideia, segundo ele, “surgiu naturalmente a partir da convivência doméstica forçada”.

vista da exposição Exercícios Geométricos Vingados, 2021 2.jpg

13 de abril a 10 de maio 2022

“Pintura Vingada”, exposição individual do alagoano Delson Uchôa, entra em cartaz no Museu do Estado de Pernambuco (Mepe). Com curadoria de Moacir dos Anjos e co-curadoria de Steve Coimbra, a mostra reúne trabalhos do artista que transitam por todo o seu processo criativo, costurado em pinturas e objetos moldados em tecido, couro, resina, borracha e lona, além de prolongamentos pelos universos da fotografia e da performance.

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27 Maio - 24 Junho 2023

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Que história ou estórias contaríamos se, em vez do osso, que depois é machado, que depois é espada, que depois é uma pistola, um canhão, uma metralhadora, que depois é uma bomba, considerássemos os objetos que contêm outras coisas a invenção mais importante da humanidade?”, pergunta a antropóloga Ursula K. Le Guin em seu livro A Ficção como Cesta: uma Teoria¹. Ou seja, se aprendêssemos a admirar a cestaria, a sua trama, sua função e a sociedade que ela gerou (coletora) ao invés do machado ou a lança e consequentemente o mundo que foi criado a partir dos objetos que matam e subjugam o que poderíamos recontar, refazer ou repensar? Uma história da arte a partir da cesta talvez fosse uma narrativa em que a casa, os afetos e o que nutre e comove o artista fosse mais importante do que os prêmios, as cifras, as bienais e o currículo.

19 de abril a 20 de agosto de 2023

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A exposição “Pintura Vingada” exibe 26 obras que transitam por todo o processo criativo de Delson Uchôa. Seu trabalho mescla pinturas e objetos de arte com escalas elevadas e variados suportes, como tecido, couro, resina, borracha e lona. A mostra inclui ainda fotografias.

Segundo o curador Moacir dos Anjos, a pintura do artista é matéria viva, uma experiência que transforma o olhar. “Há uma cor quente que domina o espaço pintado – quase sempre de grandes dimensões – e seu entorno próximo, provocando o estímulo alongado da retina”, diz.

15 de novembro a 18 de dezembro de 2025

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Boca de Sol propõe a pintura como organismo luminoso, um corpo que engole a cor e a converte em incandescência. Entre a geometria e o calor, o gesto e a febre, Delson Uchôa fabrica superfícies em metabolismo luminoso. Sua obra digere o legado modernista antropofágico e o devolve como luz localizada, uma energia que nasce da geografia e se distribui como clarão. Ver e engolir se tornam o mesmo ato.

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